12 de novembro de 2010

Maquiagem definitiva ganha adeptas e adeptas por sua praticidade e eficiência


A maquiagem definitiva tem ganhado força entre as opções de tratamentos estéticos existentes no mercado, principalmente devido à falta de tempo decorrente de um dia-a-dia cada vez mais atribulado, além da crescente preocupação com a beleza e aparência.

Segundo Santa Sales, da clínica de medicina estética Dominium Corpus, a maquiagem definitiva ou micropigmentação tem o objetivo de melhorar a definição dos traços do rosto e, atualmente, tem sido usada também para corrigir cicatrizes. “As aplicações mais comuns têm sido nas sobrancelhas, em que pode ser feito o contorno, preenchimento, diminuição e até eliminação de falhas, nos olhos, também para contorno, e lábios, para contorno, preenchimento, aumento ou diminuição e acertos no formato da boca".

De acordo com a profissional, a aplicação é praticamente indolor,

principalmente pelo uso de cremes anestésicos antes do início da sessão que dura em média uma hora e meia. “Geralmente as pessoas têm receio da dor, associam a maquiagem definitiva à tatuagem, mas os processos são diferentes. Há uma visão errada, de que vai machucar a pele ou causar sangramento, o que não é verdade”, explica Santa.


“Na maquiagem definitiva utiliza-se um aparelho chamado demógrafo, que possui uma agulha na sua extremidade e o pigmento é aplicado na primeira camada da pele, por isso não agride a derme e evita sangramento e dor. Já na tatuagem, o trauma dérmico chega a ser dez vezes maior, porque a profundidade da agulha na pele também é muito maior”, compara.

A profissional sugere alguns procedimentos para garantir o sucesso da maquiagem definitiva. “É importante que a técnica seja realizada com delicadeza, o desenho deve ser natural; os pigmentos devem ser mais claros e com maior densidade que os da tatuagem; quanto à máquina de micropigmentação é necessário que se utilize um modelo de alta precisão, de fácil higienização e com peças esterelizáveis e descartáveis”, afirma.


Segundo Santa há cerca de 15 anos não havia as opções de cores que temos hoje, como as variedades de castanho, por exemplo. Além disso, era comum que se fizessem desenhos muito grossos e largos.

“Atualmente procuramos seguir o formato do rosto da paciente”. No que diz respeito à manutenção e duração da maquiagem, Santa explica que depende dos hábitos da pessoa, como a freqüência com que ela vai à praia, piscina, e fatores como exposição ao sol e envelhecimento da pele.

A profissional recomenda que os interessados na maquiagem definitiva devem procurar um profissional habilitado e experiente, com curso específico de pigmentação da pele. “Além disso, é importante que seja feito um teste para checar a reação do seu corpo ao material utilizado, assim como o uso de agulhas descartáveis durante o procedimento”, finaliza.







Fonte: sortimentos.com

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